REDESCOBRINDO RIO PARDO
quarta-feira, 22 de julho de 2026
SOLAR DO ALMIRANTE FARIAS DE ALENCAR
O Solar Almirante Alexandrino de Alencar situado à Rua Almirante Alexandrino, nº 1096, na cidade de Rio Pardo, Rio Grande do Sul foi construído em 1790, por Mateus Simões Pires, um dos primeiros açorianos a chegar à cidade.
Alexandrino Faria de Alencar nasceu em Rio Pardo no dia 12 de outubro de 1848, filho de Alexandrino de Melo Alencar e de Ana Ubaldina Faria de Alencar. Teve importante papel na política e na Marinha, fez propaganda republicana, participou da revolta de Saldanha da Gama, serviu na esquadra brasileira em operações no Paraguai, combatendo sob as ordens de Tamandaré e Barroso, foi senador, Ministro do Supremo Tribunal Militar e Ministro da Marinha. Faleceu no Rio de Janeiro em 18 de abril de 1926. Casado com Amália Murray dos Santos e tiveram um filho.
O sobrado de arquitetura colonial foi construído em barro e madeira cerca de dois metros acima da rua, um dos mais antigos ainda em pé no município. Construído para satisfazer as necessidades de moradia da família e, ao mesmo tempo abrigar suas atividades comerciais, o Sobrado atendeu também às exigências de ordem urbana local, que já na época, emergiam através dos “Códigos de Posturas”.
O prédio foi adquirido pelo Ministério da Marinha em 29 de abril de 1954, e, posteriormente teve seu uso e ocupação transferidos para o Ministério de Educação e Cultura, através do Decreto 1.340, de 31 de agosto de 1962, destinando-se ao Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Porém, o imóvel só passou para a jurisdição da Diretoria de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na data de 28 de julho de 1970.
A Associação de Amigos do Solar do Almirante (AASA) fundada em 17 de janeiro de 2019, é uma associação de direito privado, sem fins econômicos, com prazo de duração indeterminado e com foro e sede social localizada no Solar do Almirante Alexandrino. O objetivo é restaurar o Solar em etapas contando com a iniciativa público/privada de forma que possa tornar-se um espaço auto-sustentável que possa abrigar iniciativas culturais e artísticas.
Fonte: O Solar do Almirante, de Francisco Rio-pardense de Macedo Editora da URGS, POA 1980 p.28, 52
https://cpdoc.fgv.br/sites/default/files/verbetes/primeira-republica/ALENCAR,%20Alexandrino%20Faria%20de.pdf
https://m.facebook.com/nt/screen/?params=%7B%22note_id%22%253A842106193195350%7D&path=%252Fnotes%252Fnote%252F&refsrc=dep
HISTÓRICO DO ARQUIVO HISTÓRICO BIAGIO SOARES TARANTINO
O Arquivo Histórico Municipal de Rio Pardo completou 95 anos contando desde a sua criação na década de 1940, juntamente com a Biblioteca Pública Municipal, o Museu Barão de Santo Ângelo e Conservatório de Música.
O Arquivo Histórico foi criado oficialmente pela Lei Municipal nº 162 de 29 de dezembro de 1992.
Inicialmente o Arquivo manteve-se junto a Biblioteca Municipal, atrelado a Secretaria da Educação Municipal. Com o passar dos anos passou a ser ligado fisicamente a Secretaria de Turismo e Cultura e Prefeitura Municipal de Rio Pardo.
O acervo do AHMRP percorreu diversos endereços de atendimentos ao público: passou por uma sala no sobrado, antiga Intendência, à Rua da Ladeira, uma sala no porão da Prefeitura Municipal, uma sala no campo de futebol com roedores, insetos e muita umidade, a documentação sofreu com os impactos provocados por todas estas maneiras de acondicionamentos em lugares insalubres.
No final da década de 198O há uma preocupação de proteção para com a documentação histórica, mas só em 1991 o governo Federal cria um Decreto(lei) nº 8159 de 08 de janeiro de 1991, que dispõe sobre política Nacional de Arquivos públicos e privados. Em 1992, o governo Municipal, outorga a Lei nº 162, de 29 de dezembro, que exigiu que o acervo recebesse um lugar menos improprio, foi então que o acervo volta mais uma vez para o prédio da Prefeitura Municipal esta vez, em uma sala com melhores condições de acondicionamento da documentação Municipal.
Por volta dos anos de 1994, no governo do Prefeito Denis Colossi e a Secretária de Educação Marisa Cristoff entraram em contato com a Universidade “UNISC”, onde teve início um projeto de identificação dos fundos documentais, limpeza, organização dos fundos, melhor conhecimento da documentação do Arquivo sob orientação do professora Sílvia M Favero Arend e a depois o professor Olegário Vogt .
Foi então, que começou a divulgação do acervo do final do sec XVIII, XIX em diante e sua importância para o Estado e porque não para todo o nosso Brasil. Grande foi a movimentação de estagiários e especialistas, orientadores do projeto no AHMRP. Após esta data o AHMRP, passou outra vez, por várias mudanças quase que anuais, mais ou menos 6 locais diferentes, entre os quais o Centro Regional de Cultura, Antiga Casa da Câmara Municipal e Cadeia no centro da Cidade.
No governo do Prefeito Edivilson Meurer Brum, nos anos de 2003/4, a Secretária Denise Kerber lutou mais uma vez pra ter parceria com a UNISC, para a continuação da Revitalização e Divulgação do Arquivo Histórico, do seu acervo histórico
Com a continuação da Reorganização Reestruturação do Arquivo surge um grande Projeto REVITA AHMRP, onde a Prefeitura Municipal, o Arquivo Histórico, a Universidade de Santa Cruz, o SEDAC, a fapergs fazem uma parceria para que se realize o mesmo. (sob aos cuidados do Historiador Miguel Ângelo Silva da Costa (Prefeitura) e o coordenador do curso de História Ms. José Martinho Rodrigues Remedi e Dr Mozart Linhares da Silva. (UNISC), e funcionários e estagiários). Após o termino do projeto REVITA, o Arquivo continuou ativo funcionando e atendendo pesquisadores, já com seu GUIA DE FONTES, o que facilita a pesquisa de seus consulentes.
Depois de muitas mudanças, o Arquivo Histórico retornou para o Prédio da Prefeitura Municipal, por volta de 2016, no governo do Prefeito Fernando Henrique Schwanke, onde permanece até 2026, apesar de ter sofrido com as chuvas de 2024 e 2025, mas sem danos na documentação apenas no espaço do local que se encontra o Arquivo Histórico.
O Arquivo Histórico no ano de 2025/26 foi contemplado pelo Projeto Digitalizando e Compartilhando a História de Rio Pardo, Projeto realizado pela Associação de Amigos do Solar do Almirante (AASA), entre junho de 2025 até junho de 2026, o qual alcançou 60.000 (60 mil cópias) do Arquivo Histórico de Rio Pardo, sendo as mesmas preservadas e disponibilizadas por meio de um site(www.arquivohistoricoderiopardo.com.br). Participaram do Projeto: Associação de Amigos do Solar do Almirante( ASSA), como coordenador Geral Presidente Patrícia Boeira da Fontoura, Prefeitura Municipal de Rio Pardo. Servidores: Neuza Terezinha Duarte de Quadros e Márcio Bayer da Silva, responsáveis pelo acervo e orientação sobre os documentos e Metodoc (Empresa de Gramado - RS), Sócio Proprietário Rodrigo Vogt.
Rio Pardo, 10 de fevereiro de 2026.
FONTE:Lei de criação oficial do Arquivo Municipal nº 162 de 29 de dezembro de 1992. Neuza Quadros
terça-feira, 21 de julho de 2026
FOTO ANTIGA DA RUA ANDRADE NEVES
Esta foto é um desfile na Rua Andrade Neves, antes de ser construida a Nova Prefeitura Municipal de Rio Pardo.
Este prédio da esquina era um Hotel Familiar local onde tempos depois foi demolido. Neste mesmo lugar teve inicio de uma grande construção "o Cine Hotel",
um sonho que não se realizou. Cine era pra constar no prédio um cinema,Biblioteca, hotel, etc.
LIVRO DA DIVISÃO DA PROVINCIA EM 4 VILAS - RS
No ano de 1809 a Província de São Pedro foi dividida em quatro Vilas, sendo Porto Alegre, Rio Grande, Rio Pardo e Santo Antonio da Patrulha. Este livro nos traz a certidão de nascimento das 4 primeiras Vilas da Província do Rio Grande.(Hoje Rio Grande do Sul).
segunda-feira, 29 de junho de 2026
PROJETO DIGITALIZANDO E COMPARTILHANDO A HISTÓRIA DE RIO PARDO
Neste documento é apenas uma mostra do trabalho realizado pelo "Projeto Digitalizando e Compartilhando a História de Rio Pardo".
Este projeto surge pela União de um grupo de mulheres a AASA que trabalha para preservar memórias de sua Cidade, buscando em órgãos competentes projetos que beneficiem tanto o Solar do Almirante quanto outros setores, quando houver possibilidades, neste caso foi o Arquivo Histórico. O Arquivo então ganha a digitalização de 60 mil documentos do período colonial e Imperial de memórias de Rio Pardo e do Rio Grande do Sul. O projeto teve inicio no ano de 2025, e no dia 09 de junho de 2026 foi entregue para a comunidade, o sait "arquivohistoricoderiopardo.com.br", para que os pesquisadores possam usufruir da documentação em seus trabalhos.
domingo, 28 de junho de 2026
DIGITALIZAÇÃO DO ARQUIVO HISTÓRICO DE RIO PARDO
O Arquivo Histórico de Rio Pardo foi em parte Digitalizado. Este Projeto foi elaborado pelo grupo de 12 mulheres do Solar do Almirante Alexandrino. Iniciou no ano de 2025 e continuou no ano de 2026. No dia 09 de junho de 2026 foi entregue o sait para todos os usuários poderem ascessar aos documentos do período Colonial a Imperial.Pensamos em salvar os mais antigos e numa próxima vez continuar a digitalização pois foi feito mais de 60 mil digitalizações. E tenho a dizer que temos um pouco mais que esta primeira parte, mas que estamos muito Felizes por ter conseguido terminar e entregar estes para a comunidade de Rio Pardo, Rio Grande do Sul e sim ao Brasil.
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terça-feira, 10 de março de 2026
HISTÓRICO DO ARQUIVO HISTÓRICO "BIAGIO TARANTINO"
ARQUIVO HISTÓRICO MUNICIPAL “BIAGIO SOARES TARANTINO”
O Arquivo Histórico Municipal de Rio Pardo completou 95 anos contando desde a sua criação na década de 1940, juntamente com a Biblioteca Pública Municipal,o Museu Barão de Santo Ângelo e Conservatório de Música.
O Arquivo Histórico foi criado oficialmente pela Lei Municipal nº 162 de 29 de dezembro de 1992.
Inicialmente o Arquivo manteve-se junto a Biblioteca Municipal, atrelado a Secretaria da Educação Municipal. Com o passar dos anos passou a ser ligado fisicamente a Secretaria de Turismo e Cultura e Prefeitura Municipal de Rio Pardo.
O acervo do AHMRP percorreu diversos endereços de atendimentos ao público: passou por uma sala no sobrado à Rua da Ladeira, uma sala no porão da Prefeitura Municipal, uma no campo de futebol com roedores, insetos e muita umidade, a documentação sofreu com os impactos provocados por todas estas maneiras de acondicionamentos em lugares insalubres.
No final da década de 198O governo Federal cria um Decreto nº 8159 de 08 de janeiro de 1991, que dispõe sobre politica Nacional de Arquivos públicos e privados. Em 1992, o governo Municipal, outorga a Lei nº 162, de 29 de dezembro, que exigiu que o acervo recebessem um lugar menos improprio, foi então que o acervo volta mais uma vez para o prédio da Prefeitura Municipal esta vez, em uma sala com melhores condições de acondicionamento da documentação Municipal.
Por volta dos anos de 1994, no governo do Prefeito Denis Colossi e a Secretária de Educação Marisa Cristoff entraram em contato com a Universidade “UNISC”, onde teve inicio um projeto de identificação dos fundos documentais, limpeza, organização dos fundos, melhor conhecimento da documentação do Arquivo sob orientação do professora Sílvia M Favero Arend e a depois o professor Olgário Vogt .
Foi então, que começou a divulgação do acervo do final do sec XVIII, XIX em diante e sua importância para o Estado e porque não para todo o nosso Brasil. Grande foi a movimentação de estagiários e especialistas, orientadores do projeto no AHMRP. Após esta data o AHMRP, passou outra vez, por várias mudanças quase que anuais, mais ou menos 6 locais diferentes, entre os quais o Centro Regional de Cultura, Antiga Casa da Câmara Municipal e Cadeia no centro da Cidade.
No governo do Prefeito Edivilson Meurer Brum, nos anos de 2003/4, a Secretária Denise Kerber lutou mais uma vez pra ter parceria com a UNISC,para a continuação da Revitalização e Divulgação do Arquivo Histórico, do seu acervo histórico
Com a continuação da Reorganização Reestruturação do Arquivo surge um grande Projeto REVITA AHMRP, onde a Prefeitura Municipal,o Arquivo Histórico, a Universidade de Santa Cruz, o SEDAC, a fapergs fazem uma parceria para que se realize o mesmo. (sob aos cuidados do Historiador Miguel Ângelo Silva da Costa (Prefeitura) e o coordenador do curso de História Ms. José Martinho Rodrigues Remedi e Dr Mozart Linhares da Silva. (UNISC), e funcionários e estagiários). Após o termino do projeto REVITA, o Arquivo continuou ativo funcionando e atendendo pesquisadores, já com seu GUIA DE FONTES, oque facilita a pesquisa de seus consulentes.
Depois de muitas mudanças ,o Arquivo Histórico retornou para o Prédio da Prefeitura Municipal, por volta de de 2016, no governo do Prefeito Fernando Henrique Schwanke, onde permanece até 2026, apesar de ter sofrido com as chuvas de 2024 e 2025,mas sem danos na documentação apenas no espaço do local que se encontra o Arquivo Histórico.
O Arquivo Histórico no ano de 2025/26 foi contemplado pelo Projeto Digitalizando e Compartilhando a História de Rio Pardo, Projeto realizado pela Associação de Amigos do Solar do Almirante (AASA), entre junho de 2025 até junho de 2026, o qual alcançou 60.000 (60 mil cópias) do Arquivo Histórico de Rio Pardo, sendo as mesmas preservadas e disponibilizadas por meio de um site(www.arquivohistoricoderiopardo.com.br). Participaram do Projeto: Associação de Amigos do Solar do Almirante,como coordenador Geral Presidente Patrícia Boeira da Fontoura, Prefeitura Municipal de Rio Pardo. Servidores: Neuza Terezinha Duarte de Quadros e Márcio Bayer da Silva, responsáveis pelo acervo e orientação sobre os documentos e Metodoc( Empresa de Gramado-RS), Sócio Proprietário Rodrigo Vogt.
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